No nosso segundo café em celebração aos 34 anos do Pró Vida,
recebemos mulheres valorosas que compõem a SAF da Primeira Igreja.

Ali, muitas histórias foram narradas com gratidão e amor.
Olhos brilhantes.
Sorrisos saudosos e acolhedores.
Mulheres que conhecem a caminhada.
Mulheres que sabem a importância do Pró.

Algumas viram o início.
Outras acompanharam fases difíceis.
Todas carregam memórias que não cabem em atas — mas que vivem no coração.

Falamos de dignidade.
Da dignidade de criar as filhas dentro da obra.
Da igreja que se envolve.
No nosso segundo café em celebração aos 34 anos do Pró Vida,
recebemos mulheres valorosas que compõem a SAF da Primeira Igreja.

Ali, muitas histórias foram narradas com gratidão e amor.
Olhos brilhantes.
Sorrisos saudosos e acolhedores.
Mulheres que conhecem a caminhada.
Mulheres que sabem a importância do Pró.

Algumas viram o início.
Outras acompanharam fases difíceis.
Todas carregam memórias que não cabem em atas — mas que vivem no coração.

Falamos de dignidade.
Da dignidade de criar as filhas dentro da obra.
Da igreja que se envolve.
Das gerações que cresceram vendo o servir acontecer.

Os filhos estão ali no meio.
Aprendendo a amar.
Aprendendo a respeitar.
Aprendendo que o cuidado com o outro é responsabilidade de todos.

E, naquele momento tão especial, ouvimos também o testemunho do Rodrigo.
Com voz firme e olhos marejados, ele falou de gratidão.
Gratidão por ter sido acolhido.
Gratidão por não ter sido tratado como um caso perdido, mas como pessoa.
Falou da perseverança — nos dias difíceis, nas recaídas internas, nas lutas silenciosas.
E da importância de alguém permanecer quando ele mesmo já não acreditava.

A nossa luta é para que um dia a comunidade terapêutica não precise mais existir.
Mas que, se esse dia chegar, não seja por falta de apoio ou desconhecimento social da sua importância.

Porque ainda hoje, muitas vezes, as Comunidades Terapêuticas são lembradas apenas nas páginas policiais, envoltas em denúncias ou olhares higienistas.
E pouco se fala das histórias de restauração que acontecem todos os dias.

Naquela manhã, porém, vimos o contrário:
mulheres fortes falando de amor ao próximo,
de compromisso,
de carinho com os nossos acolhidos.

Cada uma daquelas mulheres carrega uma história de muito amor com o Pró Vida.
Histórias de oração.
De firmeza.
De perseverança.
Histórias que sustentam 34 anos de cuidado e recomeços.

E celebrar o aniversário do Pró é também celebrar vidas restauradas —
como a do Rodrigo —
e mulheres que nunca deixaram de acreditar. 💛

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